Sem utilidade pública!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

VOLTEIII !!!!! :d

Repito: "Faz milênios que não escrevo aqui, hein!" xDDD

       Voltando à ativa! hehehehe
       Uma das coisas que eu mais gosto de fazer é escrever. Estou voltando a fazer o que gosto! =]
       Tantas coisas aconteceram desde agosto do ano passado, data do meu último post...mas já passou, o que importa é o agora!!

       Este é o meu último ano de faculdade!!!!! Enfim, mais uma fase da minha vida está terminando e questiono-me o que farei no futuro? Oportunidades, coisas a fazer não faltam!
       Em julho do ano passado, fiz uma prova para conseguir algum estágio extracurricular na área de enfermagem e peguei a segunda colocação! Tive prioridade em escolher o local de trabalho que quisesse...me chamaram pra trabalhar na CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), Hemocentro, CRATOD (Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas), Secretaria da Saúde, Centro de Convivência Infantil, IML, entre outros locais que ainda estão a divulgar... =]
       Pena que tive de recusar todos os estágios, pois os horários conflitavam com os de aula na faculdade. =/

       Para não sair chupando o dedo, nestas férias, estou fazendo estágio extracurricular na maternidade do Hospital Universitário e está sendo muito bom, cada dia uma nova história pra contar! hahahahaha
       Já que eu sou apaixonada por bebês, aproveito pra carregar alguns no hospital hehehe coisinhas mais gostosas!!!! Parece que um peso sai de você, todas as coisas ruins se vão...é muito bom, uma sensação inexplicável! =D
       Em cada ala da maternidade, há uma ou duas enfermeiras, no máximo. O trabalho sobrecarrega, o tempo é insuficiente e a atenção voltada para as mães e recém-nascidos é mínima. Lógico que a função do enfermeiro também é ficar a par de tudo o que acontece com os seus pacientes, mas não há tempo para parar e conversar de verdade...
       Já que estou lá como estagiária, ajudo a enfermeira da minha ala e também fico um pouco com cada "paciente". Elas demonstram sentir carência de atenção, muitas têm medo de cuidar ou fazer algo de errado com o seu neném, principalmente as mães de primeira viagem. Umas ficam tristes achando que não produz leite o suficiente/bom e que por isso o neném chora, têm receio de dar banho no filho, cansam e não conseguem dormir por ter um bebê choroso, solicitante...
       Na mesma ala ficam as gestantes, ansiosas em parir e imaginando o que as espera...
       Na mesma ala também ficam as mães, cujos bebês estão no berçário sendo tratados por terem tido alguma complicação no parto, angustiadas em ver as outras com os respectivos filhos e elas no aguardo da recuperação dos seus próprios...
       Na mesma ala há as que sofreram aborto. Quando entro em contato com estas, logo compartilho de seus sofrimentos...Como obedecer a um pedido da enfermeira que a faz colocar uma faixa de pano apertando as suas mamas (que dói tanto fisicamente quanto psicologicamente) para que parem de produzir leite? Como ficar num quarto de onde se escutam choros de nenéns? É doloroso...

       Todas as situações me emocionam. Não dá para explicar, é uma sensação de realização em saber que você está colaborando com o bem estar de outra pessoa...sem esperar algo em troca. E posso dizer uma coisa: TODAS agradecem pelo que você fez por elas e seus nenéns, até mesmo pelo seu "Como você está se sentindo hoje?"...as pessoas gostam quando alguém se importa por elas! :)

Resumi tudo, falei mais ou menos e me atrapalhei um bocado, mas daijobu (tudo bem)! ;D


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